estetica facial

Harmonização facial natural: porque o critério importa mais do que o procedimento by Camile Maes

A harmonização facial passou por uma transformação importante nos últimos anos. O que antes era associado a mudanças visíveis e resultados padronizados, hoje caminha para um território mais consciente, mais técnico e refinado. A busca deixou de ser por transformação e passou a ser por coerência estética, um resultado que respeita traços, expressões e o tempo de cada rosto. É nesse contexto que a harmonização facial natural se consolida como escolha, não com o tendência.

A naturalidade não está relacionada à ausência de procedimentos, mas à qualidade das decisões envolvidas em cada indicação. Todo rosto possui uma arquitetura própria, com proporções, camadas e um ritmo de envelhecimento que não pode ser generalizado. Quando esses fatores são ignorados, o resultado tende ao excesso, quando são respeitados, o efeito é leve, elegante e duradouro.

Por isso, abordagens padronizadas dificilmente sustentam bons resultados ao longo do tempo. A harmonização facial natural exige observação, leitura facial e planejamento. Cada intervenção deve conversar com as anteriores, preparar o terreno para as próximas, criando continuidade em vez de somente correção. O cuidado deixa de ser pontual e passa a acompanhar a evolução natural da face, respeitando suas mudanças e necessidades em cada fase da vida.

Esse olhar mais criterioso também redefine o papel dos procedimentos como toxina botulínica e preenchimentos faciais. Eles deixam de ser protagonistas isolados e passam a atuar como ferramentas dentro de uma estratégia maior, guiada por equilíbrio, proporção e intenção estética clara. O que se percebe não é o procedimento em si, mas a harmonia do conjunto.

Quando a harmonização facial é conduzida com critério, ela não chama atenção pelo que foi feito, mas pelo que foi preservado. O rosto mantém sua identidade, suas expressões e sua naturalidade, apenas com mais frescor, leveza e cuidado. Nesse cenário, harmonizar não é mudar, é acompanhar o tempo com inteligência estética.

Para mulheres que valorizam esse tipo de abordagem, a harmonização deixa de ser impulsiva e passa a ser um processo consciente, planejado e contínuo.

Para aquelas mulheres que buscam uma abordagem precisa e protocolos personalizados de harmonização facial natural , o Bélla Natural é apresentado em consulta individual.

Envelhecimento facial: o que realmente muda no rosto ao longo dos anos by Camile Maes

O envelhecimento do rosto não acontece de forma repentina. Ele se constrói em silencio, camada por camada, muitas vezes bem antes até de ser percebido no espelho.

Não é apenas a pele que muda. O rosto envelhece de dentro para fora - estrutura, suporte, dinâmica e expressão. Entender esse processo é o primeiro passo para cuidar da beleza de forma consciente, respeitosa e natural.

O rosto não é plano, ele é estrutural

Durante muitos anos, o envelhecimento foi associado apenas às rugas. Hoje, sabemos que isso é uma visão limitada. O rosto é composto por camadas:

  • osso

  • gordura

  • músculo

  • pele

Com o passar do tempo, cada uma delas sofre transformações específicas. O osso perde volume e assim todos as camadas acima dele, perdem suporte. Os compartimentos de gordura (coxins) mudam de posição, os músculos alteram seu tônus e a pele perde qualidade.

O resultado não é apenas “flacidez”. É uma mudança global na arquitetura facial.

Perda de volume quando o rosto começa a ceder

Um dos primeiros sinais do envelhecimento facial é a perda de volume estratégico.

Não se trata de emagrecer o rosto, mas de perder sustentação:

  • região do blush (malar) perde projeção

  • as olheiras se aprofundam ( a região fica mais escurecida)

  • contorno facial ( mandibular) perde definição.

Essa perda faz com que o rosto “desça”, criando sombras, sulcos e um apsecto de cansado - mesmo em pessoas jovens ou com hábitos saudáveis.

Flacidez não é só pele solta

A falcidez facial é frequentemente mal compreendida.

Ela não acontece só porque a pele perdeu colágeno, mas porque a base que sustentava também mudou. Quando a estrutura e volume se alteram, a pele passa a sobrar.

Por isso, tratamentos que focam apenas na superficie raramente entregam resultados duradouros.

Beleza facial exige leitura profunda.

Expressão, identidade e envelhecimento

Outro aspecto pouco falado é o impacto do envelhecimento na expressão.

Com o tempo, o rosto pode passar a comunicar:

  • cansaço

  • tristeza

  • rigidez

Mesmo quando a pessoa se sente bem internamente. E isso pode ir aos poucos interferindo na autoestima.

A estética facial contemporânea não busca apagar o tempo, mas alinhar o que o rosto expressa com o que a pessoa sente.

Envelhecer bem não é parecer outra pessoa

Existe uma diferença entre rejuvenescimento e descaracterização. Cuidar do envelhecimento facial não significa transformar o rosto, padronizá-lo ou exagerar volumes. Significa reconstruir suporte, respeitar as proporções e preservar a identidade.

A beleza natural nasce desse equilíbrio.

A importância de um olhar personalizado

Cada rosto envelhece de uma forma única. Genética, hábitos, estrutura óssea, dinâmica muscular e história de vida influenciam diretamente nesse processo. Por isso, abordagens genéricas raramente funcionam.

O cuidado facial eficaz começa com:

  • análise individual

  • planejamento estratégico

  • respeito à antomia e à história daquele rosto

Não existe fórmula pronta. Existe leitura.

Harmonização facial como cuidado estrutural

Quando bem indicada, a harmonização facial atua como um reposicionamento inteligente, não como excesso. Ela pode:

  • restaurar pontos de suporte

  • melhorar contorno e sustentação

  • suavizar sinais do tempo sem apagar traços

Sempre com o objetivo de manter o rosto com a sua identidade, leve e coerente.

Beleza como continuidade, não ruptura

O envelhecimento é inevitável. A forma como lidamos com ele, não. A estética facial contemporânea valoriza a continuidade: o mesmo rosto, em diferentes fases da vida: bem cuidado , bem interpretado e bem respeitado. Esse é o caminho da beleza.

Entender o envelhecimento facial é entender que beleza não está na negação do tempo, mas na forma como o atravessamos.

Com consciência, critério e um olhar treinado, é possível envelhecer com leveza, mantendo aquilo que realmente importa: identidade, expressão e naturalidade.

Se você deseja compreender melhor o seu rosto e construir um plano de cuidado alinhado à sua história, a harmonização facial personalizada pode ser um caminho - quando feita com propósito e sensibilidade.

Preenchimento labial: dá para ficar natural? by Camile Maes

Lábios naturalmente preenchidos não chamam atenção, eles apenas completam o rosto com harmonia.
O segredo está na proporção, na anatomia e na delicadeza do olhar clínico.
Mais do que volume, o preenchimento pode devolver contorno, hidratação e expressão.




O que são bioestimuladores de colágeno? by Camile Maes

Os bioestimuladores são substâncias que incentivam a sua própria pele a produzir colágeno de forma contínua.

Eles não “mudam” o seu rosto, apenas ajudam a sua estrutura a se manter firme, saudável e com viço.

É com o um convite gentil para sua pele lembrar da juventude que ainda existe ali.

Como a autoestima influencia a sua aparência by Camile Maes

A forma como você se vê muda a forma como o mundo te vê.
Quando sua autoestima está em equilíbrio, seu rosto relaxa, seu olhar brilha e a beleza natural se revela.
Às vezes, um pequeno cuidado externo desperta um movimento interno profundo.

Microagulhamento: tudo o que você precisa saber sobre esse tratamento by Camile Maes

O microagulhamento é um procedimento milenar que ao longo do tempo foi sendo aperfeiçoado para otimizar resultados e tratar diversos aspectos estéticos.

Ainda é um dos tratamentos mais queridinhos e procurados. Confira!

Como funciona?

O microagulhamento, ou indução percutânea de colágeno por agulhas (IPCA), é um procedimento que pode ser realizado em homens e mulheres, em diferentes regiões do corpo, e consiste no uso de um aparelho manual, o dermaroller ou um aparelho automático, a dermapen, que possuem microagulhas (0,5 a 2,5mm), para estimular a produção de colágeno, regeneração, cicatrização e remodelamento da derme e epiderme.

Com a técnica, provoca-se uma lesão e inflamação controlada na pele para obter benefícios como: aumentar sua espessura e firmeza, dilatar vasos sanguíneos, melhorar a circulação sanguínea local, liberar fatores de crescimento e outros agentes. Esse benefícios são os responsáveis pela melhora dos aspectos como estrias, rugas, flacidez, cicatrizes e crescimento do cabelo.

Vale ressaltar que é aplicado uma pomada anestésica antes do procedimento e o aparelho utilizado é individual e descartado ao fim da sessão, não sendo jamais reutilizado.

Quais são as indicações deste procedimento?

Como dito acima, o microagulhamento pode ser utilizado no tratamento de:

  • Rejuvenescimento facial

  • Flacidez corporal e facial

  • Cicatrizes de acne

  • Rugas, linhas de expressão e textura da pele

  • Estrias

  • Crescimento capilar

  • Poros dilatados

  • Manchas


    Cada queixa e indicação vai pedir por um protocolo de tratamento específico. Em média são necessárias pelo menos 4 sessões com intervalo de 30 dias.

Quais os benefícios?

Os principais benefícios desse tratamento são proporcionado pela técnica com as microagulhas, são eles:

  • Redução das estrias, manchas e linhas de expressão

  • Restaura cicatrizes, melhorando sua aparência

  • Aumenta a espessura e firmeza da pele

  • Estimula crescimento e fortalecimento capilar

Drug Delivery

O microagulhamento sozinho já é capaz de induzir a produção de colágeno e gerar outros benefícios, mas para potencializar, podemos aproveitar os micro canais abertos pelas micro agulhas, para melhorar e facilitar a absorção de ativos, chamado de Drug Delivery.

De acordo com cada necessidade, tratamento e paciente, durante a técnica do microagulhamento adicionamos os ativos que tratam profundamente a pele, já que as micropunturas aumentam a penetração dessas substâncias. Sempre personalizando com o objetivo estético.

Alguns ativos que podem ser utilizados com o microagulhamento são: ácido hialurônico, vitamina C, alfa arbutin, ácido trenaxâmico, ácido kójico, argireline, fatores de crescimento, DMAE, minoxidil, finasterida, entre outros. A escolha será definida pelo tipo de tratamento determinado, objetivos e necessidades.

Cuidados pós procedimento

Após realizar o microagulhamento, será sugerido alguns cuidados para evitar intercorrências e prolongar seus efeitos.

  • Evite maquiagem por pelo menos 24 horas

  • Não exponha a região ao sol nos primeiros 7 dias e use sempre protetor solar a partir 12h da realização do procedimento

  • Se hidrate bastante

  • Evite saunas por 15 dias

  • Só utilize os produtos home-care indicados para o seu caso

  • Pode-se trabalhar normalmente

Contraindicações

Apesar de minimamente invasivo, o microagulhamento possui contraindicações como acne ativa ou inflamada, infecção por herpes labial ou outras infecções locais, uso de anticoagulantes, histórico de alergias, diabetes mellitus não controlada, doenças autoimunes e pessoas em tratamentos com quimioterapia e radioterapia.

Se você ficou interessado(a) entre em contato e agende uma avaliação. O vídeo abaixo mostra mais sobre o procedimento. Confira!

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"Botox": tudo o que você precisa saber sobre esse tratamento! by Camile Maes

A toxina botulínica, conhecida popularmente como “Botox”, é um medicamento obtido a partir toxina extraída da bactéria clostridium botulinum. O produto é sintetizado em laboratório e purificado com padrões rígidos de segurança para então se tornar possivel a sua utilização para fins medicinais, terapêuticos e estéticos.

Aprovado pela Anvisa (Agëncia Nacional de Vigilância Sanitária) desde 1992, o “Botox”, nome do medicamendo produzido pelo laboratório Allergan, foi a primeira toxina botulínica do tipo A registrada no Brasil, mas atualmente existem outros produtos no mercado como o Botulift da Bergamo, Dysport da Galderma, Botulim da Blau Farmaceutica, Prosigne da Cristalia, entre outros. Todos são exemplos de Toxina Botulínica e possuem as mesmas indicações do “Botox”.

A aplicação de “Botox” se popularizou muito entre homens e mulheres e muitas dúvidas podem surgir sobre o tratamento, por isso vamos te contar tudo sobre esse queridinho da estética.

Como a Toxina Botulínica funciona?

Inicialmente, a toxina botulínica era utilizada no tratamento neurológico e oftalmológico de desvios musculares e há alguns anos passou a ser indicada esteticamente para correção de rugas dinâmicas, aquelas que aparecem quando franzimos a testa, fazemos o “bravo” no meio da sobrancelha, sorrimos formando os “pés de galinha”, e outras expressões faciais.

Além de fatores como o envelhecimento natural da pele, o tabagismo, exposição ao sol, má alimentação, etc, as rugas são causadas pela contração dos músculos do rosto quando fazemos movimento e expressão facial. Ao ser injetada, a toxina impede que a liberação de uma substância responsável por essa contração muscular chamada acetilcolina, fazendo assim o relaxamento do músculo de forma completa ou parcial. Essa ação é irreversível, isto é, uma vez que a toxina atua naquele local onde é aplicado não temos mais os estímulos dos neurônios para os músculos que fazem acontecer a contração (movimento), no entanto, nosso organismo cria novas vias e neurotransmissores para fazer a contração, por isso o efeito do “botox” é temporário.

Botox como tratamento preventivo?

Quando contraímos os músculos geramos as rugas e linhas de expressão, quanto mais forte for nossas expressões ou quanto mais contraímos, maior é a chance dessas linhas se tornarem rugas estáticas, aquelas que já aparecem sem fazermos as expressões faciais e marcam a pele.

Por isso, dependendo da indicação, é interessante que a aplicação da toxina seja feita periodicamente. Assim, as rugas e linhas não ficarão aparentes tão cedo.

Fonte: via pinterest

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Tem idade para começar a fazer o Botox?

Como dissemos, o “botox” pode ser feito de forma preventiva, e não há idade mínima para iniciar o tratamento. O que é preciso observar é a necessidade de cada um e sua indicação. Em média, aos 30 anos ou a partir dos 25 se for indicado, as mulheres com tendência à formação de rugas já podem fazer o uso do “botox” de forma corretiva e também preventiva. A dica é não esperar que a linha de expressão se torne profunda, pois esta depois é mais difícil de tratar.

Adianta fazer o “botox” na ruga que já está aparecendo?

Apesar da indicação do “botox” ser direcionada às rugas e linhas dinâmicas, é possível ao menos amenizar consideravelmente a ruga que já está aparecendo sem fazer a expressão facial, inclusive em peles mais maduras é observado uma melhora no aspecto e rejuvenescimento, no entanto, não é garantido eliminar a ruga marcada.

O rosto pode ficar sem expressão?

Não necessariamente. Com o passar dos anos as técnicas e produtos evoluiram muito, e hoje é possível obter resultados bem naturais. Antigamente era comum o aspecto “congelado”, mas hoje em dia já não é mais assim, e tudo depende da quantidade de produto aplicado, senso estético e claro, vontade do(a) paciente.  

De quanto em quanto tempo posso aplicar o “botox”?

Conforme os fabricantes, é recomendado respeitar um intervalo de no mínimo 3 meses entre uma aplicação e outra, para evitar que você gere resistência ao efeito da toxina botulínica. Na maioria dos casos, é indicado fazer de 1 a 2x ao ano.

Resultados e duração

O efeito máximo da toxina aparece em 15 dias após a aplicação, mas nas primeiras 72h já é possível ver algum resultado. As recomendações pós aplicação são: não deitar ou abaixar a cabeça pelas próximas 4h, evitar expor ao sol por 12h (principalmente se ficar algum “roxinho”), não massagear o local, não praticar atividade física por 24h e evitar o uso de relaxante muscular, antiinflamatórios, antibióticos e certos medicamentos que possam diminuir o efeito do botox.

Sua duração é em torno de 4 a 6 meses, depende de cada organismo e também de hábitos de vida.

Fonte: google imagens

Fonte: google imagens

Tem efeitos colaterais?

São raros os efeitos colaterais da toxina botulínica. No entanto, pode ocorrer é a ptose palpebral, queda da pálpebra, mas é evitável quando a aplicação é feita de forma correta e o paciente segue as orientações do profissional. Outras reações adversas, normalmente transitórias, são dor de cabeça e os famosos “roxinhos”. Gestantes e pacientes com doenças neuromusculares e algumas autoimunes, não devem usar o botox.

Dói?

A dor é bem relativa, normalmente tende a ser uma aplicação bem tolerada. Ainda pode ser utilizado cremes anestésicos ou instrumentos para diminuir algum desconforto.

Fonte: via pinterest

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Botox é o mesmo que preenchimento?

“Nossa, a fulana exagerou no botox que ela colocou na boca!” Essa é uma confusão bastante comum e não! Eles são tratamentos diferentes e o “botox” não é colocado para aumentar o volume da boca, o responsável por isso é o preenchimento, normalmente com ácido hialurônico que é o mais utilizado.

E quais são as indicações do “botox” para fins estéticos?

Suavizar as rugas e linhas de expressão da testa, o vinco entre as sobrancelhas e os pés-de-galinha, levantar os cantos da boca e melhorar o aspecto do lábio caído, diminuir o sorriso gengival (disfarca a gengiva muito aparente ao sorrir), arquear as sobrancelhas, hiperidrose - suor excessivo nas axilas, mãos e pés, entre outros.

Sobre as marcas, há diferenças entre elas?

O que mais difere as marcas é associação da toxina com outros compostos como a albumina (proteína do ovo), lactose (proteína do leite), sacarose (acucar), entre outros. Pacientes com intolerância a lactose, por exemplo, devem evitar aquelas que apresentam a lactose na sua composição como a Dysport. Já quem pode apresentar alergia à proteína do ovo não devem utilizar marcas como Botox e Botulifit. Por isso passar por uma avaliação é fundamental para determinar o sucesso do tratamento.

Também não existe a melhor marca, cada pessoa pode ter uma resposta frente ao tratamento. Você pode aplicar certa vez a marca dita como a melhor pelo mercado e outra vez uma marca com menos reconhecimento e obter resultados melhores no segundo caso. Você e sua amiga podem usar a mesma marca e terem efeitos diferentes também. É relativo. 

Ficou interessado(a)? A nossa Biomédica Esteta, Dra. Verônica Secco, realiza esse procedimento aqui no Camile Maes. Agende uma avaliação!

Acesse para saber mais: @draveronica.secco e @camilemaes no instagram!

Raiz oleosa e pontas secas: saiba como cuidar do cabelo misto by Camile Maes

Com certeza quem tem o cabelo misto vive um dilema: sente necessidade de lavar o cabelo com frequência, pois a raiz fica oleosa mas o comprimento e pontas estão secos. Para conseguir um equilíbrio no aspecto dos fios é preciso uma série de cuidados. Uma rotina de cuidados adequada pode ajudar a combater esse excesso de oleosidade sem agredir ou ressecar os fios.

Dentro dessa realidade ainda surge uma série de dúvidas como os produtos que deve utilizar, a frequência que pode lavar os fios, entre outras. Reunimos algumas dicas que podem te ajudar nessa saga. e como você pode cuidar do cabelo misto. Confira!

Afinal, por que a raiz fica oleosa e as pontas secas?

Na maioria dos casos, isso acontece devido ao formato dos fios, geralmente cabelos ondulados, cacheados e crespos tendem a ser mistos. Isso acontece pois a hidratação natural não alcança as pontas, o formato impede que a oleosidade da raiz chegue às pontas, por isso estas ficam mais ressecadas.

No entanto, há outras justificativas também como, o excesso de química, o clima, a água quente, uso frequente de secador e chapinha e até a exposição solar.

Pode lavar o cabelo todos os dias?

Não existe muito uma regra, mas quem tem a raiz oleosa sente a necessidade de lavar os cabelos com mais frequência e dependendo do grau dessa oleosidade, diferente do que se ouvia por aí, o cabelo pode ser lavado diariamente. Inclusive pelo fato de que quando o couro cabeludo acumula muita oleosidade e não é limpo como deveria, pode acabar desencadeando outros problemas como quadros de dermatite seborreica, a caspa, queda capilar, coceira, entre outros.

Agora, algumas mulheres consideram lavar duas vezes ao dia, aí sim se torna uma frequência desnecessária e pode piorar a produção de óleo. Quando você lava demais, a oleosidade é retirada do couro cabeludo e o organismo entende que a região está ressecada e produz mais óleo.

Então o ideal é lavar todos os dias ou dia sim, dia não.

Evite a água quente

Lavar o cabelo com água fria ou morna deixa os fios mais saudáveis e com aspecto mais brilhante, pois a água em temperatura mais fria impermeabiliza os fios e sela as cutículas. A água quente por outro lado pode danificar a camada protetora, abre a cutícula dos fios, agride o couro cabeludo e pode causar descamação, além de piorar o ressecamento. Uma dica pra quem não consegue abrir mão da água mais quentinha, é dar a última ducha nos cabelos com água fria antes de sair do banho.

Use os produtos adequados e da forma correta

Água e óleo não se misturam, e o que retira a oleosidade do cabelo é de fato o shampoo. Você deve lavar a raiz com shampoo duas vezes e evitar puxar o produto para o comprimento e pontas. Ou utilize um shampoo anti resíduo/antioleosidade na raiz e outro sem sulfato ou para cabelos secos no comprimento e pontas. Pode parecer trabalhoso, mas com certeza faz diferença.

Outro produto que entra na rotina é o condicionador. Este é somente aplicado no comprimento e pontas, não deve passar na raiz. Além disso, para intensificar a hidratação sem piorar a oleosidade da raiz, a dica é fazer aplicação de ampolas ou máscara uma vez por semana.

Evite o uso de chapinha e secador

Utilizar esses aparelhos com frequência pode ser a causa do ressecamento dos fios. Procure usar quando for realmente necessário e sempre passe um protetor térmico antes.

Invista em finalizadores

Os finalizadores são grandes aliados para manter a hidratação, o aspecto soltinho, leve e brilhante. Além de evitar o desenvolvimento de pontas duplas. Mas também não devem ser aplicados na raiz.

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